Um "perigosa" suspeita de ser terrorista

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Menina de 6 anos no index dos EUA

Seleção argentina apoia Avós da Pça. de Mayo para o Nobel da Paz

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Seleção de Maradona é politizada

Matéria paga censurada pelo Financial Times

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Grande imprensa britânica não se comporta democraticamente

Barão de Itararé

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Pai da imprensa alternativa, um batalhador de causas justas e muito bem humorado

Crianças palestinas acorrentadas

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A foto fala por si só

Piñera y al fondo su mentor

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Será coincidência?

Manchete de jornal venezuelano em 1992

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El Nacional informa

Ministro Jobim não se dá ao respeito

Ministro Jobim não se dá ao respeito
Em traje de campanha, Ministro da Defesa se exibe para a mídia

Personagens da época da Guerra Fria

Personagens da época da Guerra Fria
EUA patrocinou o golpe que derrubou Jango

Ingerência da CIA na Colômbia

Ingerência da CIA na Colômbia
Uribe acabou e agora faz falta um outro de melhor aparência

Uribe no fim de linha

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Presidente colombiano é marionete dos EUA

Coca Colla boliviana

Coca Colla boliviana
Refrigerante competirá com a Coca-Cola na Bolívia

A importância da agroecologia

A importância da agroecologia
Transgêniucos prejudicam a agroecologia

Uma publicação sintonizada no seu tempo

Uma publicação sintonizada no seu tempo
New Left Review

Plataforma Ocean Guardian

Plataforma Ocean Guardian
Objetivo é encontrar um mar de petróleo nas Malvinas

Cutrale a, a multinacional que tudo pode

Cutrale a, a multinacional que tudo pode
Alerta de Latuff

Uma visão sobre a impunidade

Uma visão sobre a impunidade
O desejo de muitos brasileiros

Mais arte popular desconhecida do Haiti

Mais arte popular desconhecida do Haiti
Visão de mulheres trabalhadoras haitianas

A pouco conhecida arte do Haiti

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As riquezas da cultura do Haiti

General Lazaro Cardenas y Fidel em 1959

General Lazaro Cardenas y Fidel em 1959

america latina

america latina

a gente não se despede de mario benedetti

a gente não se despede de mario benedetti
um escritor imortal

boris casoy

boris casoy
boris para o lixo

domingo, 1 de agosto de 2010

(Uruguai - Política) - A esquerda uruguaia teve a genialidade de juntar-se’

No dia 26 de julho de 2010, o Uruguai celebrou 25 anos do fim da ditadura militar. A senadora pela Frente Amplio, Lucía Topolansky (Montevidéu, 1944), foi guerrilheira dos Tupamaros durante o regime (1973-1985) e passou 13 anos na prisão. É a única mulher a presidir o Senado de seu país e está casada com o atual presidente, José Mujica, a quem conheceu durante os anos de luta armada. Em um gabinete sóbrio, com uma foto do Che Guevara na parede, Topolansky descreve a experiência do Governo de coalizão encabeçado por Frente Amplio, que chegou ao poder em 2004. Entrevista a Lucia Topolansky, senadora por Frente Amplio no Uruguai.



Ana Delicado

Tradução: ADITAL- Publicado pelo IADEG (Instituto Argentino de Estudios Geopolíticos) / Enviado por Ecupres].


- O Uruguai é um pequeno país entre dois gigantes, Brasil e Argentina. Como o país vê a si mesmo?

É um dos países com instituições mais fortes da América Latina; apesar de que teve ditaduras de três a doze anos de duração, respectivamente. O uruguaio gosta de se expressar e de votar; é parte de sua idiossincrasia. Em inícios do século XX, foram feitas várias reformas sociais vanguardistas que deram uma perspectiva distinta ao Uruguai. Essas leis trouxeram a um país altamente alfabetizado a lei trabalhista de oito horas, a proteção sindical, o divórcio e o voto da mulher.

- Como a esquerda abriu caminho?

A esquerda uruguaia teve a genialidade de juntar-se à Frente Amplio (FA) em 1971 e então começou a incidir na realidade.

- Com êxito, já vão para seu segundo governo.

Sim. Temos uma forma diferente de governar. No período do anterior presidente, Tabaré Vázquez, 38 leis trabalhistas foram promulgadas. Isso permitiu a sindicalização de grande quantidade de trabalhadores, que antes eram perseguidos. A central operária cresceu três vezes e meia em número de filiados. O trabalho doméstico foi regulamentado, incluindo salário, proteção social e seguro desemprego.

- Que outros resultados a gestão anterior da FA obteve?

A índice de pobreza baixou um terço e o da indigência caiu para a metade. Nós vínhamos de uma crise terrível desde 2002, que nos havia golpeado forte. Agora, esperamos eliminar a indigência e diminuir ainda mais os índices de pobreza.

- E em política econômica?

Foram feitas duas reformas de fundo. Uma é a tributária, ainda em processo. No Uruguai, pagávamos impostos de maneira muito injusta. Com a reforma tributária, muita gente que pagava impostos deixou de pagar; e outras que pagavam muito pouco, passaram a pagar um pouco mais. A segunda reforma foi sobre o organismo arrecadador, de maneira a atuar com mais eficiência contra a evasão de impostos. A arrecadação aumentou muito e isso permite desenvolver uma política pública, para a qual se necessita de dinheiro.

- A Frente Amplio aglutina forças muito diversas...

É uma frente policlassista; não um partido. Tem a virtude de reunir toda a esquerda, desde o Partido Comunista até setores que são somente progressistas. Porém, o fato de estarmos todos juntos nos permitiu chegar ao poder. De outra maneira teríamos sido somente testemunhas. No mundo, fracassaram todos os sistemas: o capitalista, porque as pessoas estão morrendo de fome; e o socialista, aplicado na Europa Oriental. Não é simples reconhecer que a teoria do socialismo real não teve êxito em sua prática, apesar de que deixou coisas positivas, que devemos resgatar. Se os da esquerda não admitirmos isso com honestidade, não avançaremos nunca.

- Que ‘lições’ lhe deixaram os 13 anos em que passou na prisão devido á sua militância guerrilheira?

Depois de ter passado esses anos na prisão só me resta dar graças à vida pro estar aqui. Tento ver pelo lado positivo. Naqueles anos em que estivemos presas, tentamos aprender umas com as outras; viver o melhor que podíamos como a melhor defesa que tínhamos, para poder sair com a cabeça lúcida e o compromisso intacto. A prisão não podia destruir-nos enquanto pessoas.

- Como contempla agora seu passado tupamaro?

A guerrilha tem a ver com um momento da história da América Latina e com um contexto. Se não considerarmos isso, não entenderemos nada. A Revolução Cubana teve um grande impacto na América Latina nos anos setenta, e em todos os países da região houve movimentos armados que pensavam que esse era o caminho mais eficiente para chegar ao poder. Nós éramos parte disso; porém, com nossa perspectiva uruguaia. Perdemos, porque a ditadura triunfou; toda a sociedade saiu perdendo. Após a saída da repressão, o mundo, a América Latina e o país eram outros; assim que decidimos fazer o trabalho político legal e nos somarmos a Frente Amplio.

= Era concebível que ex-guerrilheiros participassem no governo?

Há 25 anos era impensável que alguém que houvesse sido tupamaro, como Mujica ou como eu pudesse tentar a responsabilidade que hoje temos. Há um quarto de século, quando tomava posse o governo democrático, nós ainda estávamos na prisão, porque a Lei de Anistia foi aprovada 14 dias depois. O povo uruguaio sempre lutou pela anistia para os presos políticos. Esse povo foi nos receber na saída das prisões. Nem todas as guerrilhas latinoamericanas passaram por isso. Fomos uma guerrilha com luvas brancas, que tentou fazer o menor dano possível à população e denunciar as questões do sistema que estavam em jogo. E as pessoas nos aceitaram. De outra forma, não daria para entender porque Pepe (Mujica) seja hoje o presidente da República.

- Qual sua opinião sobre a Lei de Anistia espanhola de 1977?

Há responsabilidades que devem ser assumidas. Em um momento de transição de uma realidade para outra, o povo vota leis de anistia para gerar situações de unidade. Porém, temos que ver também quem são as vítimas dessas realidades. No Uruguai acontece o mesmo. Temos a Lei de Caducidade [que protege os militares da ditadura].

- Qual sua opinião sobre o que aconteceu na Espanha com as vítimas da ditadura franquista?

Alguns sempre nos haviam perguntado porque o juiz Baltasar Garzón perseguia a repressores do estrangeiro e não via o que havia passado na Espanha. Agora vemos a resposta. Até que todas essas coisas não sejam resolvidas, estarão incomodando. A memória não se apaga por decretos ou por vontade de governantes. Nesse sentido, a Espanha ainda tem um longo caminho a percorrer.

Data de Publicação:  29.7.2010

(Mexico - Economia/Politica) - Sindicalistas enfrentam las aciones del gobierno mexicano

El Sindicato Mexicano de Electricistas contra el Presidente Calderón: "Estamos enfrentando a un monstruo; una fuerza que se ríe, se burla y nos quiere aplastar". Es lo que dijo Miguel Ángel Ibarra, miembro del Sindicato Mexicano de Electricistas (SME), al cumplir 80 días en huelga de hambre.


James Petras

Fuente: Rebelión y La Jornada

Existe relación directa entre el auge de las bandas delictivas, la profundización del neoliberalismo y la represión de los movimientos sociales y los sindicatos.

El despido llevado a cabo por el Presidente Calderón de más de 44.000 electricistas sindicados es el último de una serie de actos de represión que ha hecho pedazos el tejido social. La negación de un puesto de trabajo coherente y bien remunerado y la criminalización de organizaciones sindicales legítimas como el Sindicato Mexicano de Electricistas (SME) han desembocado en emigración masiva y en un incremento del número de jóvenes que se incorporan a bandas dedicadas al narcotráfico. La represión estatal y la corrupción electoral han impedido que los trabajadores mexicanos canalicen sus quejas por vías legales y han contribuido y fomentado la aparición de un narco-Estado paralelo que controla grandes regiones del país y recluta a los hombres y mujeres jóvenes que pretenden huir de la pobreza.

En los últimos 25 años, México ha retrocedido desde el punto de vista social, económico y político como consecuencia de la ofensiva neoliberal iniciada con las elecciones fraudulentas de 1988, en las que Carlos Salinas arrebató la presidencia a Chuahtemoc Cárdenas. A continuación, Salinas suscribió el tratado de libre comercio, el NAFTA, que llevó a la quiebra a más de 10 millones de agricultores, campesinos y pequeños comerciantes mexicanos, lo que impulsó a muchos de ellos a emigrar, a otros a unirse a movimientos sociales y, a algunos, a rebelarse, como sucedió con el Ejército Zapatista de Liberación Nacional (EZLN). Desde la firma del NAFTA han emigrado más de 10 millones de mexicanos.

La represión estatal y el aislamiento forzoso del EZLN, en Chiapas, y de otros movimientos de ámbito rural en Guerrero, Michoacán y otras zonas, y la denegación de justicia agraria obligaron a muchos campesinos a huir a suburbios urbanos donde finalmente algunos ingresaron en las bandas emergentes dedicadas al narcotráfico.

A principios del nuevo milenio, el experimento de México con las «reformas» neoliberales agravó las crisis sistémicas: las desigualdades se agudizaron, la economía se estancó y la pobreza aumentó. En consecuencia, millones de mexicanos huyeron cruzando la frontera para penetrar en Norteamérica o se unieron a movimientos populares que pretendían transformar el sistema.

Surgieron dos movimientos sociales y políticos poderosos que trataron de invertir el deslizamiento de México hacia la descomposición política y la desintegración social. En el frente político, Andrés Manuel López Obrador, el candidato presidencial de una amplia coalición ciudadana, condujo a millones de ellos a una victoria electoral en el año 2006, que le negaron mediante el fraude electoral masivo perpetrado por los partidarios de Calderón. El segundo movimiento, una coalición de sindicatos y movimientos sociales liderada por el SME, luchó para preservar el sistema público de seguridad social y evitar la privatización y explotación de la red eléctrica de la voraz depredación de la clase capitalista nacional y extranjera.

En Ciudad de México y en todas las demás provincias hubo movilizaciones masivas en las que se manifestaron miles de personas, mientras millones de consumidores expresaban su solidaridad, como hicieron todos los principales sindicatos de Europa, América Latina y otras regiones.

Lo que estaba en juego no era sólo el empleo de los trabajadores sindicados del sector eléctrico y el sistema de seguridad social, sino uno de los movimientos sociales más eficaces a la hora de defender una red de protección social para la clase trabajadora.

Al atacar al SME y al sistema de seguridad social, una de las últimas grandes instituciones sociales que proporciona cohesión social, Calderón y el sistema judicial estaban negando además a los mexicanos instrumentos sociales y políticos legales mediante los cuales pudieran aspirar a defender su nivel de vida.

Al desbaratar la red social a través de la privatización de programas e instituciones públicos mediante la represión de movimientos sociales esenciales como el de los zapatistas de Chiapas, los maestros y sindicatos de Oaxaca o el SME de Ciudad de México, el Estado mexicano está negando de hecho las esperanzas de mejora a través de procesos políticos democráticos.

El estancamiento neoliberal, la represión que sufren los movimientos populares democráticos a manos del Estado y el robo reiterado de victorias electorales obtenidas por movimientos populares en 1987 y 2006 se ha traducido, como siempre, en un desencanto profundo y generalizado hacia la política. Y lo que resulta aún más amenazador: ha convertido a miles de jóvenes mexicanos en enemigos del Estado y los ha impulsado a integrarse en las numerosas bandas violentas dedicadas al tráfico de droga. El rechazo de los estados de México a los cambios electorales pacíficos, su insistencia en reprimirlos y la negación de los derechos de los movimientos sociales como el SME han dejado pocas salidas a la frustración generalizada que se filtra bajo la superficie de la sociedad.

En los últimos cuatro años han sido asesinados en el conjunto de las regiones del país más de 25.000 policías, soldados, civiles y narcotraficantes. Pese a la militarización impuesta por Calderón en todo el territorio nacional, los 40.000 soldados presentes en las calles no han logrado impedir la escalada de violencia, lo que demuestra con claridad el fracaso de la opción represora para poner fin a la violencia e impedir en México una desmembración que lo convierta en «Estado fallido».

La recuperación y reconstrucción de México pasa por el fortalecimiento del tejido social mexicano: la promoción de los movimientos sociales y urbanos y, concretamente, de los sindicatos democráticos de masas como el SME.

Estos movimientos y sindicatos son los ladrillos fundamentales para la transformación de la sociedad mexicana: el fin del neoliberalismo, la anulación del NAFTA y la reconstrucción de un sector público pujante bajo el control de los trabajadores. Para combatir los males gemelos que representan el Estado neoliberal corrupto y militarizado y su versión paralela, el narco-Estado violento que estalla de forma recurrente y aterroriza al país, se debe aglutinar un nuevo movimiento político y social de masas que aúne la solidaridad con los sindicatos como el SME y el carisma popular de líderes políticos como López Obrador para presentar un programa radical de reconstrucción nacional y justicia social. La alternativa es una desintegración mayor del Estado mexicano y una degradación que deje sumido al país en una situación de violencia generalizada e interminable, donde los ricos vivan en fortalezas armadas y los pobres queden sometidos a la depredación violenta del Ejército y de los narco-terroristas

Fecha de Publicación: 18 de julio de 2010

(Chile - Medios de Comunicación /[Indigenas) -H uelga de hambre de presos mapuches es silenciada en Chile

La huelga de hambre de los presos mapuches que protestan para exigir el fin de la aplicación de la ley Antiterrorista contra esta etnia, sigue siendo silenciada por los medios privados de Chile, sólo la prensa alternativa ha publicado notas sobre el ayuno que los indígenas llevan desde hace más de 15 días en varias cárceles del sur del país.

Fuente: Agencias

El Observatorio Ciudadano y la red de ONG Acción denunciaron la falta de cobertura informativa, por lo que apoyaron públicamente las reivindicaciones de los presos, que igualmente defienden los derechos de sus comunidades a la tierra y el territorio.

El co-director del Observatorio Ciudadano, José Aylwin, criticó que los medios de comunicación oficialistas y los vinculados al empresariado no han cubierto este tema y señaló que, por ello, “no ha tenido el impacto que debería producir”.

Aseguró que la gran mayoría de los ciudadanos chilenos “no saben que casi 60 mapuches o personas comprometidas con esa causa están actualmente procesados o condenados” por la ley Antiterrorista por protestas sociales vinculadas a la reivindicación de derechos por tierras o de derechos políticos.

“Se les aplica la ley Antiterrorista, que data del régimen militar, y que a pesar de haber sido reformada sigue teniendo un tipo penal muy abierto en que caben muchas conductas y se presta, como en el caso de la protesta social Mapuche, para arbitrariedades”, precisó.

El corresponsal de teleSUR en Chile, Alejandro Kirk, informó que este jueves se sumaron dos presos mapuches a la huelga de hambre, lo que suma a 31 los mapuches que demandan de manera firme que no se les aplique la ley antiterrorista, instaurada por el dictador chileno Augusto Pinochet.

Kirk señaló que la mayoría de los juristas consideran que esta ley es una “aberración” contra unas personas que no han cometido delitos judiciales. Los mapuches “sólo han generado incendios forestales una forma de lucha que no califica en delitos de terrorismo”, indicó.

El periodista de teleSUR reportó que los mapuches están siendo juzgados por la justicia civil y militar, por lo que corren el riesgo de ser condenados dos veces por los mismos delitos que se les imputan.

Asimismo, agregó que actualmente suman 57 los detenidos, mientras que alrededor de 100 han sido procesados por la justicia chilena.

Según informaron este viernes organizaciones ciudadanas, los dos nuevos internos que secundaron esta medida se encuentran en la cárcel de Lebu, en la región del BioBío, unos 530 kilómetros al sur de Santiago (capital).

Los movimientos Mapuche y sociales recurrieron a instancias internacionales, pero aún esperan un pronunciamiento por parte de las autoridades del Gobierno presidente y empresario Sebastián Piñera.

La ley Antiterrosita permite que los acusados se encuentren en prisión preventiva durante dos años, impide a los abogados defensores el acceso a la investigación, así como presentar testigos.

La normativa fue instaurada en 1984 por el régimen de Augusto Pinochet para perseguir a opositores políticos y en la actualidad tanto la ONU como la Unión Europea le recomendaron a Chile revisar su norma, por considerar que perseguía “a miembros de las comunidades indígenas, en particular la mapuche”.

Fecha de Publicación: 31 de julio 2010

(Chile - Derechos Humanos) - Alertan sobre abusos policiales y torturas en Chile

La Comisión Ética contra la Tortura (CECT) denunció este jueves la muerte a golpes de cuatro chilenos en los últimos dos años a manos de agentes de la policía uniformada.

Fuente: Prensa Latina

En conferencia de prensa, dirigentes de la CECT identificaron los casos de Franco Coronado (de 19 años), Johnny Cariqueo (23), Mario Oviedo (29) y Daniel Riquelme (45), a la vez que alertaron sobre el “recrudecimiento del abuso policial y la aplicación de tortura con resultado de muerte”.

Recordaron que todas estas víctimas, además, fueron detenidas sin orden emanada de un tribunal y sin cargos judiciales en su contra, infringiendo los propios procedimientos institucionales.

Bajo el lema “No a la tortura; a nadie; bajo ningún pretexto y en nombre de nada!", señalaron que “esta práctica se ha extendido a tal punto que los tratos crueles, inhumanos o degradantes, son una práctica cotidiana de la policía ante cualquier persona que es detenida en condiciones de movilización social”.

“Vemos con alarma que en Chile continúan presentes los mecanismos policiales y represivos que obedecen a la lógica de la ‘guerra preventivaÂ� y a la Ideología de la Seguridad Nacional, que dividen a la sociedad y al mundo entre amigos y enemigos”, insistieron.

Subrayaron que esas prácticas permiten la sistemática violación de los derechos humanos y la reproducción de crímenes de lesa humanidad, afectando así la paz social y la plena vigencia de la justicia y del Estado de Derecho.

La CECT, por otro lado, llamó a los familiares de víctimas de abusos policiales, acosos y torturas y de quienes hayan perdido la vida a manos de agentes del Estado en Chile a agruparse para denunciar los hechos ante los tribunales nacionales y organismos internacionales de derechos humanos.

Fecha de Publicación: 30 de julio 2010

sábado, 31 de julho de 2010

Colombia-Venezuela, más allá de la manipulación de las emociones




Aram Aharonian*



Fuente: ALAI AMLATINA  -

La situación suscitada entre Colombia y Venezuela pareciera conformar el preámbulo de un conflicto bélico que habría que situarlo, forzosamente, en el contexto geopolítico internacional de guerra asimétrica diseñado por el imperialismo, máxime cuando se trata de atacar a un gobierno y un proceso de tendencia socialista, en un país que posee grandes recursos naturales, especialmente energéticos, de escasez mundial.

¿La última provocación de Uribe? Álvaro Uribe no sólo convirtió su país  en una suerte de portaviones estadounidense, sino que se empeñó en escalar los conflictos en la línea de militarización que defienden el Pentágono y el Comando Sur como modo de asegurar el control de un patio trasero que se les escapa de las manos.

Los primeros desarrollos de la denuncia realizada por el actual ministro de defensa de Colombia y posiblemente próximo embajador en Washington, el empresario cafetalero Gabriel Silva, pone en evidencia la ejecución de una operación sicológica de masas (OPSIC), obviamente dirigida a la
formación del imaginario colectivo para fortalecer el tema del vínculo del gobierno de Hugo Chávez con las FARC.

Esta matriz que viene siendo trabajada desde hace tiempo y desde diversos frentes, con el objeto de hacer una acusación en instancias internacionales y facilitar una eventual intervención militar
“antiterrorista”. A Caracas se le acusa de tener vínculos no solo con las FARC sino con etarras e iraníes, en lo que se da en llamar el “eje del mal”, en medio de la presentación de un mapa del terror conformado por la presencia de tropas y bases estadounidenses no solo en Colombia,

Araba y Curazao, sino también en Costa Rica y quizá mañana en Panamá, nuevamente.

Las operaciones psicológicas son dirigidas a masas poblacionales sobre las cuales se quiere influir en tiempos de confrontación. Se trata de la manipulación de las emociones .Hay que tener en cuenta que siempre las OPSIC han servido de preámbulo para una agresión militar, provocando un incidente dentro de la concepción de operaciones extraterritoriales o persecución en caliente.

Las operaciones psicológicas no son un fenómeno mediático aislado, sino que poseen finalidades políticas múltiples tales como deslegitimación del proceso, descalificando la obra del gobierno de Chávez, exaltando fallas y errores.

Esta ofensiva mediática colombiana bien puede ser utilizada como plataforma en el proceso eleccionario venezolano que se avecina, donde la oposición vernácula funciona como caja de resonancia de la campaña, quizá con la esperanza de que el gobierno bolivariano se vea obligado a
adoptar una postura defensiva ante el arribo del gobierno de Juan Manuel Santos.

Pero hay algo que nos llama la atención en Venezuela y es el desarrollo de una matriz de opinión, fruto de la ingenuidad, la desinformación, donde se afirma que con el arribo formal de Santos al gobierno, la
estrategia va a cambiar y se van a disipar las amenazas. Esto obedece a falta de información o ignorancia de la trayectoria y ejecutoria de Santos en el Plan Colombia y en el Plan de Seguridad Democrática. O a manifestaciones de deseo que la tensa situación cambie y el temor o el miedo se disipen.

No se comprende que existe una política de Estado, en la que están inmersas las políticas unicacionales (informativas, publicitarias) que, dirigidas a la parte emotiva y no racional del ciudadano, anteceden, acompañan y justifican las acciones políticas, Y un tándem que las lleva adelante: Uribe-Santos.

Santos, no hay que olvidar, es el artífice (con la complicidad y/o anuencia de Uribe) de los “falsos positivos” (endilgar a la guerrilla del asesinado de centenares de jóvenes, en montajes de los organismos de seguridad), de la violación de la soberanía de países vecinos bajo la concepción de las operaciones extraterritoriales (bombardeo del campamento de Raúl Reyes en Ecuador), del asesinato selectivo de dirigentes populares, campesinos e indígenas, de los acuerdos para instalar soldados gringos en las bases y en el territorio colombianos.

Hay que tener claro que hay gente –como Santos, que supo contar siempre con una excelente caja de resonancia mediática para sus planes- en las altas esferas de Colombia –quizá con asesoramiento extranjero– capaz de poner una bomba en la Escuela de Guerra para paralizar los acuerdos de canje humanitario del gobierno y la guerrilla.

Santos no es menos derechista ni fascista que Uribe y seguirá siendo un fiel aliado de Washington y combatirá a la guerrilla hasta exterminarla.

Antes de ocupar el Ministerio de Defensa, y en plena campaña presidencial de Álvaro Uribe, Juan Manuel Santos contrató los servicios  de The Rendon Group para el "partido de la U". Hay que recordar que casi 50 por ciento de la ayuda estadounidense para el Plan Colombia se dedicó a una campaña de imagen del Ministerio de Defensa, encabezado por Santos.

Como buen oligarca, Santos piensa en grande, en los intereses de su clase. Uribe piensa en su futuro personal, dice Raúl Zibechi. Y no puede seguir el mismo camino de su antecesor, porque hoy la guerrilla no es ya una amenaza para la estabilidad del Estado ni para la gobernabilidad. Y para asegurar el poder de las clases dominantes, ahora debe apelar al crecimiento económico para edificar las bases de largo plazo de la estabilidad.

Los medios de comunicación social son cada vez más importantes en la formación del imaginario colectivo, precediendo, acompañando y justificando los conflictos. En este caso se trata de una operación psicológica tendente a la utilización de los déficits en varias direcciones como la consolidación de una fuerza opositora con mayoría electoral, el aislamiento internacional y la justificación de una intervención militar.

Apunta a la ingobernabilidad y sirve de caldo de cultivo para la  insurgencia armada interna (guarimba, paramilitarismo, operaciones encubiertas, rebeliones parciales tanto policiales como militares), la
agudización de las contradicciones, incentivando paros y huelgas, hasta llegar al colapso del aparato productivo, para intentar presionar el pronunciamiento militar. Cabe recordar el paro petrolero de 2002
con la operación psicológica buscan generar un contexto de máxima presión con la movilización social: marchas, tomas, trancas, paros, huelgas, posiblemente crear una situación de caos y crisis total del país, que genere conflictos, hostilidades, enfrentamientos y violencia.

Para Carlos Lanz eso significa fomentar el calentamiento de calle y la violencia social como clima de desestabilización general que se necesita, similar a la de abril de 2002, lo que permitiría pasar a las
acciones militares, como sucediera en Europa del Este, donde la lucha de calle combinada con grupos de choque armados que copan edificios sedes del gobierno, logran paralizar a las fuerzas del orden y derrocan al gobernante de turno.

Y el telón de fondo que permite comprender las motivaciones en este cuadro de crisis capitalista es la conquista de mercados y control de las materias primas (fundamentalmente las energéticas) a través de los tratados de libre comercio, y la presencia militar norteamericana bajo el pretexto del combate global al terrorismo y al narcotráfico, permitiendo que el complejo industrial-militar, con sus empresas
contratadas hagan negocio con la traída de mercenarios, vendiendo armas y equipos: helicópteros, radares.

Todo esto se va a ver ampliado con la instalación de soldados estadounidenses en las siete bases en territorio colombiano. EEUU no se limita a levantar un campamento, sino que importa toda la cultura de
comida rápida, centro comercial y recipientes de usar y tirar, señala Lanz.

Lo que hereda Santos

A Santos, en la continuación del gobierno de ocho años de Uribe, le toca atacar el frente interno, donde deberá depurar no solo algunos cargos militares sino también varios en la administración del Estado, además de mejorar las relaciones con los otros poderes, el Judicial y el Legislativo.

Pero el otro frente decisivo es el externo, hacia donde Santos debe relanzar la economía y eso pasa, sin dudas, por mejorar las relaciones con los vecinos y potenciar la integración regional. Algunos analistas
señalan que por eso Santos se propone recomponer las relaciones con Venezuela, pero obviamente desde posiciones de fuerza.

El cuadro de situación es dramático: las exportaciones colombianas a Venezuela cayeron de 7 mil millones de dólares en 2008 a menos de mil 100 millones; el nivel de pobreza es de 43% y la indigencia alcanza 16%, en un país que ostenta las mayores tasas de desempleo y de informalidad de la región. Venezuela ha sustituido estas importaciones por compras a Argentina y Brasil.

La frontera binacional de dos mil 200 quilómetros vive en la permanente angustia económica por la parálisis comercial, y antes de partir Uribe decretó la emergencia social en los 37 municipios fronterizos, suspendiendo –incluso- el cobro del IVA.

Santos no puede relanzar la economía sin mejorar las relaciones con Brasil, capaz de absorber porcentajes crecientes de la producción de sus vecinos. El ministro de la Secretaría de Asuntos Estratégicos de la Presidencia de Brasil, Samuel Pinheiro Guimaraes, acaba de lanzar un Plan Marshall para estimular y financiar la transformación económica de los países menores; abrir, sin exigir reciprocidad, sus mercados, y financiar la construcción de la infraestructura de esos países y su
interconexión continental, (de forma de asegurar su dependencia).

Y también, si quiere acceder al TLC con Estados Unidos, Colombia deberá mejorar en mucho su deteriorada imagen en la defensa de los derechos humanos. El Comité de Derechos Humanos de la ONU denunció la última semana en Ginebra la impunidad de que gozan paramilitares que cometieron
graves violaciones de los derechos humanos en Colombia. "En la práctica existe impunidad para un gran número de graves violaciones de derechos humanos. Entre los más de 30.000 paramilitares desmovilizados, la gran mayoría no se ha acogido a la Ley No. 975 de 2005 y falta claridad cerca de su situación jurídica".

Para este tema de mejorar la imagen humanitaria, Santos utilizará a su vicepresidente, Angelino Garzón, un ex dirigente sindical de la Unión Patriótica y ex gobernador del Cauca, quien acaba de elogiar a Chávez por haberle pedido a las FARC y al ELN que cambien su estrategia armada.

La especialidad de Rendón Group es la de reclutar y subcontratar agentes (periodistas, presentadores de televisión, artistas populares, académicos) dispuestos a justificar ideológicamente el Plan Colombia o Plan Patriota y, finalmente, la estrategia de "seguridad democrática" del presidente Uribe. Y a eso se dedicó, desde que en 2002 impulsara la creación de la Fundación Seguridad y Democracia (FSD), integrada por un "selecto grupo de personas".

Aquí no terminó la historia

Pero estas versiones emitidas por el canciller colombiano, para ser creíbles, requieren de confirmación empírica, ya que no se pueden sostener con un simple montaje. Por eso hay que esperar acciones
encubiertas complementarias, nuevas provocaciones que avalen el supuesto salto al vacío.

La confirmación del desarrollo de una operación montada según el esquema de The Rendón Group (extrapolaciones, generalizaciones, proyecciones),  reproduce actuaciones anteriores que marcan la complicidad de los medios masivos de comunicación: el mismo día de la primera denuncia la revista
Semana publicó un artículo con el mismo el guión argumental sobre la presencia de la FARC en territorio venezolano. Y en la noche, la televisora Caracol montó un escenario similar.

Hay diversas técnicas utilizadas en esta operación sicológica, como las distorsiones informativas, a lo que llaman la gestión de percepción vía noticia, bombardeando la misma imagen y el mismo mensaje –por ejemplo- por CNN, Caracol, las agencias trasnacionales de información y los medios venezolanos de oposición.

El primer objetivo de la operación psicológica es la de marcar la agenda  informativa y política y producir y distribuir noticias intoxicadas, temas generadores priorizados y jerarquizados, repetidos por diversos medios nacionales e internacionales, hasta que lleguen a ser creídos y hasta defendidos. En dicho proceso se aplican métodos de fragmentación, extrapolación, generalización, proyección, silencios e imágenes y audios censurados, con excelente manejo de la presentación gráfica, programas de opinión con “expertos”. La ejecución está en manos de un conjunto de operadores: armadores, anclas, legitimadores, validadores, político-sindicales, financieros.

(*)Periodista uruguayo-venezolano, fundador de Telesur, director del Observatorio en Comunicación y Democracia (ULAC)

Fecha de Publicación: 30.7.2010

sexta-feira, 30 de julho de 2010

(Brasil - Movimento Social) Cordel sobre o Plebiscito Popular pelo Limite da Propriedade

Falta pouco mais de um mês para a realização do Plebiscito Popular. Entre os dias 1 e 7 de setembro, o povo brasileiro vai se manifestar e a poetisa Sônia Freitas, da Comissão Pastoral da Terra - Regional NE II, preparou um cordel sobre o tema, Ei-lo: 1

Sonia Freitas*


Quem escreveu estes versos

Foi uma poetiza popular

Que se preocupa com o povo

Que continua a lutar

Para Construir o Brasil que Queremos

A gente tem que se Organizar.



2

Vai começar o bate-papo

Na comunidade e em todo lugar

Você não pode ficar de fora

Venha correndo participar

Para ficar logo sabendo

O que é um Plebiscito Popular.



3

Um Plebiscito é uma consulta

Que se faz ao povo de uma Nação

É uma iniciativa popular

Sobre um Problema ou uma Situação

Que atinge toda sociedade

E o povo tem que dar sua opinião.



4

Escute bem o que vou dizer

Cuidado e bastante atenção

Escolha bem em quem vai votar

Pois este, é um ano de Eleição

Não vote em candidatos corruptos

E que só fazem enganar o povão.



5

Este ano de dois mil e dez

Vai ter um Plebiscito Popular

Sobre o Limite da Propriedade da Terra

Em Defesa da Soberania Alimentar

Em defesa da Reforma Agrária

O Povo vai SIM Votar.



6

A iniciativa Popular deste Plebiscito

É para acabar com a Concentração

Das Terras deste País

E ao Latifúndio dizer Não

SIM ao Limite da Propriedade da Terra

Para o bem de toda a População.



7

Uma forma bacana de reduzir

As desigualdade Sociais

Com o Limite da Propriedade da Terra

Os Direitos se tornando iguais

Tanto para o povo do Campo

E para o povo das Cidades e Capitais.



8

Com o Limite da Propriedade da Terra

Acaba com as Monoculturas

Da Cana, da Soja e o Agronegócio

Facilita quem vive da agricultura

Produzindo a maior parte dos alimentos

Sustentar a Família Presente e Futura.



9

A Terra Concentrada em poucas Mãos

Famílias expulsas pras grandes Cidades

O povo vivendo nas favelas

Na miséria, na fome, na crueldade

Sem emprego, sem terra, sem casa

Só briga, violência e marginalidade.



10

1.546 Trabalhadores assassinados

13.815 famílias despejadas

2.709 famílias expulsas de suas terras

422 pessoas presas e marginalizadas

Esse é o resultado nos últimos 25 anos

E 163 mil pessoas escravizadas.



11

A maioria dos produtos da roça

Vem da Agricultura Camponesa

Mandioca, feijão, milho, arroz, café

Leite, carne, vem pra nossa mesa

Emprega 75% das pessoas do campo

Só 26% emprega o agronegócio, veja.



12

A distribuição das Terras do Brasil

Estão nas mãos de pouca gente

Concentração já vem dos Portugueses

Desconhecem as populações existente

47% são donos acima de mil hectares

Cada um, hoje não é diferente.



13

Agronegócio crescimento perverso

Expulsando o povo do campo

Em 1900 10% viviam nos Sítios

Em 70 sobe pra 60% no entanto

2002 este número passa pra 80%

Vivendo nas cidades é um espanto.



14


Com 50 milhões de pessoas

Vivendo nas Regiões Metropolitanas

11 milhões de pessoas nas favelas

Em situação pra lá de desumana

Área de risco na beira dos rios,

morros Moradias de luxo só pros Bacanas.



15

Existem Limites em outros Paises

Na Coréia do Sul, Malásia, Japão

Filipinas, Tailândia, Nicarágua

Índia, El Salvador, Paquistão

Terra Desenvolvimento Social

Os Paises fizeram a redistribuição.



16

Vamos falar para a população

O que é um Módulo Fiscal

É uma referência de Área Mínima

Suficiente pra se viver legal

Varia de 5 e 110 hectares

Proposto pelo Fórum Nacional.



17

Trinta e cinco Módulos uma média

175 hectares pras famílias camponesas

Deixando a Reserva Ambiental de 20%

E se viver em harmonia e delicadeza

Respeitando a Mãe Terra todo dia

Alimentação sem agrotóxico na mesa.



18

Que posso fazer pra contribuir

Na campanha e com o Plebiscito

Do Limite da Propriedade da Terra

Participar com garra e compromisso

Pois a realização e sucesso do mesmo

Depende da participação acredito.



19

O empenho de cada pessoa é importante

De cada Entidade e Organização

Das Pastorais e Movimentos

Fazer algo com força e determinação

Para as famílias garantir seus Direitos

Para corrigir a absurda Concentração.



20

Fale do Plebiscito, promova debates

Nas Escolas, Igrejas, Rádios e Jornais

Se Articule, Divulgue pela Internet

Participe dos Comitês Municipais

Convide a família, colegas de trabalho

Organize a Votação nos seus Locais.



21

Na semana do Grito dos Excluídos/as

Intensifique a divulgação

Convide seus amigos e amigas

Para ajudar na Organização

De 1 a 7 de setembro no Brasil

Vai acontecer o Plebiscito, a votação.



22

Vote SIM para o Limite da Propriedade

Assine o Abaixo-Assinado

E a Emenda Constitucional-PEC 438

Será entregue na Câmara e no Senado

Mais de 1 milhão e meio de Assinatura

E Nós Reivindicando vai ser Aprovado.



23
Termino aqui os meus versos

Com muito prazer e satisfação

Através do Cordel fica mais fácil

De entender melhor a Votação

De 1 a 7 de setembro vamos dizer SIM!

Ao trabalho Escravo e Latifúndio NÃO!

(*) é da CPT NE II

Data de Publicação:  30.7.2010

(EEUU - Relaciones con America Latina) - EEUU jamás aceptará nueva realidad política latinoamericana

Marta Harnecker entiende que la no acteptación es particularmente de los países que decidieron transitar los caminos de su independencia, soberanía y la autodeterminación de sus pueblos


Fuente: Agencia Venezolana de Noticias (AVN)

Barquisimeto -  Las fuerzas del imperio norteamericano jamás aceptarán la nueva realidad politica latinoamericana, particularmente de los países que decidieron transitar los caminos de su independencia, soberanía y la autodeterminación de sus pueblos.

Así lo expresó la escritora y educadora popular chilena, Marta Harnecker, durante una visita realizada este jueves a Barquisimeto, la capital del municipio Iribarren, del estado Lara, localizada a 367 kilómetros de Caracas.

Harnecker indicó que esta realidad se evidencia con la nueva arremetida contra Venezuela de las fuerzas imperiales a través de Colombia, especialmente de las intenciones intervencionistas en el territorio venezolana.

Las amenazas, de igual manera, se expresan en el despliegue de una nueva base militar en Costa Rica, así como las que han consolidado en otras regiones latinoamericanas, como en Curazao, en el norte de Venezuela.

En ese sentido, Harnecker calificó la situación de América Latina como “delicada”, precisamente por las “amenazas que se vierten sobre los países que intentan transitar un camino independiente y soberano”, resaltó.

La América Latina de hoy no tienen nada que ver con la de ayer, por lo menos con la de hace 10 años atrás”, expresó la escritora chilena. “Las fuerzas del imperio no pueden aceptar esta nueva realidad” política latinoamericana. “De allí sus nuevas arremetidas”

En ese sentido, indicó que para contrarrestar esta situación la unidad interna es fundamental para enfrentar las pretensiones imperiales, tanto en el interior de los países, como el apoyo entre las mismas naciones latinoamericanas.

Por las razones, dijo que en el caso venezolano “se debe convocar, al máximo, al pueblo, para defender el proyecto político venezolano. También el apoyo internacional es vital”.

Estas declaraciones las emitió durante la presentación de su nueva publicación América Latina y el socialismo del siglo XII: Inventando para no errar.

La actividad se realizó este jueves en la Cámara Municipal de Iribarren, donde estuvieron presentes autoridades locales y comunidades barquisimetanas.

El socialismo no tiene manuales, debemos irlo construyendo con la gente día a día”, expresó Harnecker sobre su publicación, que consiste en tres libros sobre experiencias socialistas venezolanas.

En uno de estos libros se expone la experiencia larense de la Constituyente Municipal de Torres, cuya capital, Carora, se encuentra a 95 kilómetros de Barquisimeto.

Me parece muy lindo estar en Barquisimeto para presentar este libro”, señaló Harnecker, quien indicó que esa publicación también se bautizó en el estado Falcón, y próximamente se hará lo propio en Caracas.

Fecha de publicación: 29/07/10